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Chefchaouen: a pérola azul do Marrocos
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Encaixada nas montanhas do Rif, no norte do Marrocos, Chefchaouen é um vilarejo onde quase toda parede, degrau e portal está pintado em algum tom de azul. É um dos lugares mais fotografados do país, e mereceu isso.
Por que Chefchaouen é azul?
Não há uma única resposta aceita, e isso faz parte do charme. A explicação mais repetida atribui a cor aos refugiados judeus que se instalaram ali nos anos 1930, para quem o azul simbolizava o céu. Outros dizem que ele espanta mosquitos ou que simplesmente mantém as casas frescas no verão. O certo é que o vilarejo é repintado com regularidade e que o azul virou sua identidade viva.
O que ver
- A medina: pequena o bastante para caminhar sem mapa, e a razão mesma da viagem.
- A praça Uta el-Hammam, a praça principal, presidida pela kasbah de muros vermelhos.
- O Museu da Kasbah e seu jardim, pela vista do alto da torre.
- A Mesquita Espanhola: vinte minutos de subida a pé para o melhor panorama, sobretudo ao entardecer.
- A cascata de Ras el-Maa, onde o pessoal do vilarejo ainda lava roupa na saída do centro histórico.
A que horas fotografar
Bem cedo, antes das nove. A luz é suave, as ruelas estão vazias e os comerciantes acabaram de abrir. No meio da manhã chegam os ônibus de excursão e as escadarias famosas se enchem de fila. O fim da tarde é a segunda melhor faixa.
Como encaixar na sua viagem
Chefchaouen cai naturalmente na rota do norte. De Tânger são cerca de duas horas, o que a torna a primeira parada óbvia de um circuito que desce rumo a Fez e ao Saara. Subindo de Fez são cerca de quatro horas. Para a maioria dos viajantes uma noite basta para ver bem, e duas são um luxo agradável.





